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Cuiaba - MT / 9 de setembro de 2026 - 19:32

Um ano após a morte de Charlie Kirk, divisão da direita põe o seu legado à prova

Em 10 de setembro de 2025, Charlie Kirk, ativista político conservador dos Estados Unidos, morreu assassinado com um tiro no pescoço. O crime foi cometido durante um evento no campus da Universidade do Vale de Utah, no qual Kirk, sob um cartaz que dizia Prove Me Wrong (“prove que estou errado”), incentivava os estudantes a desafiarem suas opiniões conservadoras.

Após sua morte, a figura de Kirk se tornou um símbolo para o movimento conservador. A Turning Point, organização que o ativista fundou para difundir seu ideário e mobilizar os mais jovens, recebeu numerosas doações e pedidos de filiação. Donald Trump o qualificou como um “mártir da liberdade” e um “grande herói americano”.

No primeiro aniversário de seu assassinato, parece que o tempo não foi tão benevolente com a figura de Kirk, com a continuidade da Turning Point e, sobretudo, com o movimento MAGA (“Make America Great Again”) que Kirk contribuiu para unir em torno de Donald Trump.

O colapso online da figura de Kirk e a fratura do MAGA midiático

Apesar do apoio recebido após a morte de seu fundador, a Turning Point enfrentou muitos problemas para encontrar um sucessor à altura de Kirk. Sua esposa, Erika, assumiu o comando e dirige atualmente a organização, mas nenhum ativista da Turning Point consegue reunir a audiência que os vídeos de Kirk eram capazes de atrair.