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Cuiaba - MT / 5 de junho de 2026 - 19:44

Pix é do Temer, Master é de todos

A paternidade do Pix, uma instituição nacional, é disputada há tempos. Filho bonito tem muitos pais, mas o teste de DNA da tecnologia de pagamento instantâneo que impressiona o mundo não deixa dúvidas.

A concepção e gestação do Pix aconteceu durante o governo Temer. Toda a formulação, a implementação do Grupo de Trabalho de Pagamentos Instantâneos e as bases regulatórias foram concluídas em dezembro de 2018, antes da posse de Jair Bolsonaro. O lançamento oficial ocorreu em novembro de 2020.

A briga pelo Pix teve episódios bizarros, como em 2022, quando candidatos de um concurso da prefeitura de Agronômica (SC) tentaram anular uma questão que atribuía o lançamento ao governo Bolsonaro. A banca examinadora indeferiu os recursos.

A segunda metade do slogan durou menos que um pulo de “peleleca”.

O escândalo do Banco Master tem raízes profundas no PT, é inegável. Guido Mantega prestava consultoria ao banco recebendo R$ 1 milhão por mês, algo como R$ 14 milhões no total, articulando encontros entre Daniel Vorcaro e Lula fora da agenda oficial. Jaques Wagner indicou o escritório da família do ex-ministro Ricardo Lewandowski para prestar serviços ao banco, o que rendeu mais de R$ 6 milhões em honorários.

É impossível contar a história do escândalo do Banco Master sem falar no Credcesta e no PT baiano.

noticia por : UOL

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