Com as mudanças, a multa máxima por falhas sistemáticas no cumprimento da proibição salta de 49,5 milhões de dólares australianos para 99 milhões de dólares australianos (US$68 milhões).
O governo reiterou que o eSafety está investigando ativamente o possível descumprimento por parte de cinco plataformas: Instagram e Facebook, da Meta; YouTube, do Google ; Snapchat, da Snap, e TikTok.
A proibição australiana, em vigor há seis meses, está sendo acompanhada de perto por muitos países que buscam segui-la devido às preocupações com o impacto das redes sociais na saúde mental e física dos jovens.
O Reino Unido anunciou este mês que planeja restrições ainda mais amplas, já que plataformas de jogos e transmissões ao vivo também serão afetadas.
“Estou animado com a mudança no debate e com o impulso global que temos visto desde a introdução da idade mínima para redes sociais, mas está claro que as grandes empresas de tecnologia não estão fazendo o suficiente para cumprir a lei – ainda há muitas crianças nas redes sociais”, disse o primeiro-ministro Anthony Albanese em um comunicado.
O comunicado informou que, desde que a proibição entrou em vigor, mais de 5 milhões de contas de menores de 16 anos foram desativadas ou restritas.
noticia por : UOL






