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Cuiaba - MT / 13 de agosto de 2026 - 19:18

Custo de campanha afugenta candidatos

Apesar de ter seus nomes homologados em convenções partidárias, muitos candidatos que não detêm mandato eletivo de deputado estadual ou federal estão declinando de concorrer às próximas eleições. O motivo é o de sempre: falta de recursos para fazer campanha e, por consequência, medo de passar vergonha nas urnas. Em que pese o Fundo Eleitoral ser de mais de 5 bilhões de reais, só mesmo os candidatos de eleições majoritárias e os deputados federais que vão à reeleição vão ver a cor do dinheiro. Os estaduais, mesmo detentores de mandato, vão ser agraciados com míseros reais que não bancam nem 10% dos gastos da campanha. Além do Fundo Eleitoral, os candidatos contavam também com as doações de pessoas físicas e empresas, o que nesta eleição já vai ser difícil de conseguir, mesmo para caixa dois. Já os candidatos endinheirados e que podem torrar milhões em campanha sem depender de fundo eleitoral e doações, estes acabam tendo chance de eleição. Tem candidato a deputado federal disposto a gastar R$ 15 milhões do próprio bolso para realizar o sonho de ter mandato e poder.

Moisés fica fora

Exemplo de candidato homologado na convenção de seu partido que pulou fora da eleição é o apucaranense Moisés Tavares, do Avante. Seu nome está fora da lista dos candidatos a deputado estadual que vão ser registrados na Justiça Eleitoral. A desistência de Moisés tem tudo a ver com a falta de recursos financeiros para a campanha e o receio de dar vexame nas urnas e abreviar a carreira política.

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Candidatos legendeiros

O partido Podemos, comandado no Paraná pelo deputado Felipe Francischini, vai se esforçar para arrumar uns trocados para os chamados candidatos legendeiros. Para o partido, qualquer votação que esse candidato possa fazer ajuda na legenda para eleger os nomes mais importantes da sigla. A expectativa do Podemos é eleger dois federais e dois estaduais, tarefa que, à princípio, parece possível.

Evitar ataques pessoais

Apresentado pela Mesa Executiva, a Assembleia Legislativa do Paraná aprovou projeto de resolução diminuindo o tempo de cada parlamentar ao fazer uso da palavra nas chamadas explicações pessoais. O motivo é evitar ataques pessoais entre os deputados. Antes o tempo destinado a cada parlamentar era de 10 minutos, agora são de apenas 3 minutos. As Câmaras Municipais vão adotar a medida???

Proliferação de pesquisas

Uma avalanche de pesquisas começa a ser divulgada sobre a intenção de voto para governador e senador no Paraná. Nenhuma bate os números uma com a outra. Anteontem, saiu uma do Instituto Índice apontando Sandro Alex, do PSD, com 27% dos votos; já ontem a Neokemp divulgou uma amostragem com Sandro com 18%, atrás de Requião Filho com 23,2% e Sérgio Moro, 45,7%. Na Índice, Moro teria 35% e Requião, 19%.

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Vem Paraná Pesquisas

A exemplo da Índice e da Neokemp, cujas pesquisas foram devidamente registradas na Justiça Eleitoral, o Instituto Paraná Pesquisas também pediu o registro de uma pesquisa no TSE, sob o nº 09048/2026-PR, a ser divulgada neste dia 17, com a oitiva presencial de 1.520 eleitores. O instituto Paraná Pesquisas goza de muita credibilidade e com certeza vai balizar melhor como está o quadro no Estado.

RODOLFO MANTÉM BASE UNIDA

Pelo menos uma vez por semana o prefeito de Apucarana, Rodolfo Mota, reúne os seis vereadores de sua base na Câmara Municipal para um café em sua residência, onde discutem projetos e temas da própria administração municipal. Esses encontros têm garantido a união da base em todas as votações de interesse do Executivo e certamente vai prevalecer na eleição para renovação da Mesa Executiva do Legislativo. Dificilmente a oposição, com cinco votos, vai ter chance de fazer a presidência da Câmara, a menos que haja uma dissidência na base, o que parece ser praticamente impossível a esta altura dos acontecimentos.

Vapt Vupt

* Entre os candidatos que disputam as duas cadeiras no Senado pelo Paraná, o maior patrimônio declarado é o de Deltan Dallagnol (Novo), de R$ 2,7 milhões. Já o menor é o do Dr. Rosinha (PT), com R$ 570 mil. Gleisi Hoffmann (PT) tem R$ 1,9 milhão; Filipe Barros (PL), R$ 1,1 milhão e Alexandre Curi (Republicanos), R$ 1,088 milhão.

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* O atual vice-prefeito de Curitiba, Paulo Martins (Novo), resolveu sair candidato a deputado federal, cargo que já exerceu antes de tentar ser senador na eleição de 2022, quando perdeu para Sergio Moro. Muito ligado à família do governador Ratinho Junior (PSD), Paulo Martins está no partido que apoia a candidatura de Moro…

* Dadas as pesquisas até aqui divulgadas, a eleição para o governo do Paraná dificilmente será decidida no primeiro turno. Moro teoricamente teria lugar garantido no segundo turno e seu adversário estaria entre Requião Filho e Sandro Alex, com mais chances para o candidato do PSD pela estrutura de campanha e apoio de Ratinho Junior.

* Em pronunciamento na Câmara Federal, o deputado federal Beto Preto (PSD) elogiou a iniciativa do governador Ratinho Jr em implantar o curso de medicina em todos os campi da Unespar no Estado. Em Apucarana, onde as inscrições para o vestibular já estão abertas, o número de candidatos para as 40 vagas passa de 3 mil. Sucesso total.

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noticia por : UOL

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Cuiaba - MT / 13 de agosto de 2026 - 19:18

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