Vítima tinha sinais de violência sexual. Segundo a PM, ela estava seminua, vestida apenas com a parte de cima, apresentava marcas semelhantes a queimaduras na região interna das coxas e manchas de sangue nas partes íntimas.
Autor e motivação do crime ainda não foram identificados. A Polícia Civil informou que a investigação está em andamento e aguarda também a conclusão de perícias para atestar as circunstâncias e causa da morte.
Escola onde Soraya dava aulas de História publicou nota de pesar. ”Toda a comunidade educativa da Rede Santa Marcelina se une em oração e solidariedade à sua família, colegas e estudantes neste momento de dor. Sua memória permanecerá viva entre nós”, escreveu a instituição.
Como denunciar violência sexual
Vítimas de violência sexual não precisam registrar boletim de ocorrência para receber atendimento médico e psicológico no sistema público de saúde, mas o exame de corpo de delito só pode ser realizado com o boletim de ocorrência em mãos. O exame pode apontar provas que auxiliem na acusação durante um processo judicial, e podem ser feitos a qualquer tempo depois do crime. Mas por se tratar de provas que podem desaparecer, caso seja feito, recomenda-se que seja o mais próximo possível da data do crime.
Em casos flagrantes de violência sexual, o 190, da Polícia Militar, é o melhor número para ligar e denunciar a agressão. Policiais militares em patrulhamento também podem ser acionados. O Ligue 180 também recebe denúncias, mas não casos em flagrante, de violência doméstica, além de orientar e encaminhar o melhor serviço de acolhimento na cidade da vítima. O serviço também pode ser acionado pelo WhatsApp (61) 99656-5008.
noticia por : UOL




