P: O Chelsea é o adversário mais forte nos Estados Unidos até o momento?
R: Acho que todos foram importantes e todos tiveram o grau de dificuldade (…). Analisando friamente os jogos, vimos que todos os momentos, independente do nome do adversário, tivemos dificuldade por um fator ou outro, tanto físico, climático e tático. Então, todo jogo pede as suas dificuldades. Esperamos que a gente possa, dentro dessas dificuldades que a gente vai ter com o Chelsea, fazer um grande jogo e sobressair, como a gente teve a oportunidade nas fases anteriores.
– A “evolução” do goleiro –
P: O que mudou na sua forma de treinar em relação aos treinamentos de quando você era mais novo?
R: Acho que a evolução da preparação de goleiro é nítida e eu tive a oportunidade de participar dessa evolução. Isso me ajudou bastante, mas aliado à minha dedicação, à minha vontade de querer melhorar, que o ser humano às vezes se acha perfeito e não quer conduzir o seu corpo, a sua mente à melhora.
Eu sempre fui um cara observador e detalhista no que eu tinha que melhorar e o que era preciso. E fui colocando isso dentro dos treinamentos, aliado à evolução da preparação de goleiro, dos trabalhos. E sempre tive facilidade de aprender, de colocar em prática nos treinamentos para colocar nos jogos.
noticia por : UOL





