Tarcísio, que já ouviu até “volta para o PT” ao ser elogiado em evento público por Lula (PT), não foi o primeiro nem seria o último representante do bolsonarismo a vestir vermelho (ao menos da testa pra cima).
O ex-chefe, Jair Bolsonaro (PL), não pôde ir à posse do ídolo no início do ano. Mas enviou a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e antes de deixar o Aeroporto de Brasília, voltou para fazer o que considerou a “foto mais importante” do dia. Botou o boné do MAGA e vermelhou.
Filhos e aliados já haviam feito o mesmo.
O rubro do rubor do seu amor era maior do que a coerência —até então vestida com uma camisa da CBF e o sequestro das cores da bandeira nacional.
Por ironia, Lula e os companheiros costumam deixar desbotar o vermelho, cor do Partido dos Trabalhadores, sempre que precisam ampliar o diálogo para além da militância.
Isso desde os tempos de Dilma Rousseff, que passou parte da campanha de 2014 vestida de azul para mostrar que era “mãe de todos”, e não só do Aloizio Mercadante.
noticia por : UOL




