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Corpo de Juliana passará por nova autopsia amanhã de manhã no RJ

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Corpo de Juliana passará por nova autopsia amanhã de manhã no RJ

Primeira autópsia na brasileira foi feita na Indonésia

Perícia da Indonésia descartou que hipotermia tenha causado a morte. O legista Ida Bagus Putu Alit alegou que a falta de sinais clássicos, como necrose nas extremidades do corpo, permite “afirmar com segurança” que a jovem não morreu devido ao frio. A temperatura era próxima de 0 ºC à noite. Juliana usava apenas calça e blusa, sem equipamentos próprios, o que levou muitas pessoas a questionarem se ela sobreviveria às condições climáticas.

Segundo a autópsia feita em Bali, Juliana ficou quatro dias ferida até morrer. “De acordo com meus cálculos, a vítima morreu na quarta-feira, 25 de junho, entre 1h e 13h [14h do dia 24 e 2h do dia 25, no horário de Brasília]”, disse Ida Bagus Putu Alit, do hospital Bali Mandar, à BBC News.

Ela teria sofrido “trauma torácico grave” após cair pela segunda vez na encosta da montanha. Membros superiores, inferiores e costas da brasileira foram áreas mais machucadas e ela teve órgãos internos respiratórios comprometidos por fraturas causadas pelo impacto da queda, na análise estrangeira. Segundo o legista, além de hemorragia interna, brasileira tinha ferimentos na cabeça, fraturas na coluna vertebral, nas coxas e outras escoriações pelo corpo.

Juliana morreu entre 50 minutos e 12h50 antes do resgate. O corpo dela foi recuperado depois de sete horas de trabalho de socorristas e voluntários. Ele começou a ser retirado por volta das 13h50 do dia 25 [2h do dia 25, no horário de Brasília], sendo içado em uma maca e levado para uma base do parque.

Morte foi confirmada após 4 dias de tentativa de resgate. “Com imensa tristeza, informamos que ela não resistiu”, afirmou a família. Poucas horas antes, o Ministério do Turismo daquele país publicou que ela estava em “estado terminal”, segundo avaliação das equipes de busca.

noticia por : UOL

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