Investigação em conjunto com a Venezuela. “Peço à Medicina Legal [equivalente ao Instituto Médico Legal no Brasil] que identifique os corpos e entre em contato com a polícia da Venezuela”, afirmou na publicação.
“Quem morre pelos mísseis é o pequeno pescador, que precisa estar no mar para sobreviver”, disse o presidente colombiano em outra publicação. Ele ainda diz que os Estados Unidos estão escolhendo errado os aliados.
Escalada da tensão entre Caracas e Washington ganhou força após os ataques dos Estados Unidos a embarcações no Caribe e no Pacífico. A investida, em 2 de setembro, e as reiteradas declarações do presidente americano Donald Trump insinuando a possibilidade de uma operação em território venezuelano deixam a população em pânico. A ausência de clareza sobre se —ou quando— uma ação poderia ocorrer ampliou a sensação de risco entre moradores, instituições e empresas. Manifestações tem acontecido na capital e em outras cidades a favor das medidas adotadas pelo presidente Nicolás Maduro.
Neste fim de semana, as Forças Armadas da Venezuela incorporaram 5,6 mil novos soldados, em resposta ao que o governo chama de “ameaças” dos Estados Unidos. Oficiais afirmaram que os novos integrantes são “combatentes revolucionários e socialistas”, treinados para atuar sob o “método tático de resistência” e que a Venezuela não vai permitir, “sob hipótese alguma”, invasão estrangeira.
noticia por : UOL





