Até aquele dia, a assassina era “o modelo do que poderia ter sido a mulher espanhola: autossuficiente, extremamente culta e inteligente, uma intelectual brilhante que não se esquiva da esfera pública”, segundo a escritora Almudena Grandes, cujo romance La madre de Frankenstein (“A mãe de Frankenstein”, em tradução livre) é baseado em Aurora Rodríguez — que era, na opinião dela, uma mulher “fascinante”.
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Fonte: G1






