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Disney planeja milhares de demissões para cortar custos em 20%

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Disney planeja milhares de demissões para cortar custos em 20%

Bloomberg
A Walt Disney está se preparando para realizar milhares de demissões, enquanto a gigante do entretenimento pede a alguns executivos que busquem uma redução de 20% nos custos anuais, segundo pessoas familiarizadas com o assunto.

A economia pode vir tanto da eliminação de postos de trabalho quanto da redução de outras despesas, disseram as fontes, que pediram para não ser identificadas porque as discussões são privadas.

Logotipo branco da The Walt Disney Company em fundo preto, exibido em tela digital com elementos gráficos e texto relacionados a mercado financeiro visíveis ao fundo.

Disney mira redução de 20% nos custos anuais

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Michael M. Santiago/Getty Images via AFP

Algumas áreas de atuação da Disney, que incluem parques temáticos, canais de TV e estúdios de cinema, serão afetadas de forma desproporcional. O presidente-executivo da companhia, Josh D’Amaro, pretende reinvestir parte da economia em produções de cinema e televisão, tecnologia e nos negócios de parques temáticos e cruzeiros, segundo as fontes.

A empresa prometeu crescimento de dois dígitos no lucro ajustado por ação no atual ano fiscal.

Um representante da Disney se recusou a comentar.

A Disney cortou bilhões de dólares em custos e eliminou milhares de postos de trabalho nos últimos anos. As reduções atingiram todas as divisões da companhia, incluindo ABC, Pixar, ESPN, o estúdio de cinema e a unidade de experiências. A empresa tinha 231 mil funcionários em todo o mundo no fim do último ano fiscal.

O Wall Street Journal informou em 1º de outubro que a Disney planejava uma reestruturação de sua divisão de televisão, além de cortes nas áreas jurídica e de relações globais da companhia.

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Outras empresas do setor de entretenimento, como Netflix, Sony Pictures Entertainment e as divisões Paramount e Warner Bros., da Skydance, também reduziram seus quadros de funcionários. As companhias enfrentam a queda da receita da televisão tradicional e a desaceleração do crescimento de assinantes de serviços de streaming.

Elas também precisam lidar com o aumento do número de espectadores que recorrem às redes sociais, a vídeos on-line e a serviços de streaming de gigantes da tecnologia, como Amazon e Apple.

Durante a conferência Bloomberg Screentime, realizada em Los Angeles no mês passado, a presidente da Disney, Dana Walden, afirmou que “é necessário avaliar constantemente como a empresa está estruturada e qual é o tamanho da organização. As empresas de tecnologia voltaram sua atenção para nossos negócios, e precisamos sobreviver, prosperar e crescer. É isso que vamos fazer”.

noticia por : UOL

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