“Há mesmo uma nova rota depois que houve o conflito entre Tailândia e Camboja em 2025. Policiais acabaram entrando mais nos complexos de golpes feitos com vítima de tráfico humano, e as redes passaram a se pulverizar para a África, como Madagascar, e outros países como Paraguai, Ucrânia, Armênia, Malásia e a cidade de Dubai. Eles estão realmente pulverizando para outros locais, o que faz com que fique mais difícil de monitorar”, afirmou.
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Fonte: G1






