Diante das promessas de candidatos à Presidência de combater o machismo e o recrudescimento dos crimes de ódio, a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, afirmou que o público feminino precisa ter consciência do peso decisivo do seu voto e, ao fazer a escolha, avaliar quem é coerente com o discurso.
“É fácil falar que vai fazer, mas é um momento para analisarmos quem faz pelas mulheres. Quem já tem ou teve mandato, se honrou esses compromissos com as mulheres. A gente vê tanto por aí quem é machista, quem é misógino, quem tem perfil de agressor, então, temos que nos impor”, afirmou a ministra.
“Nós, mulheres, podemos decidir uma eleição pela quantidade de eleitoras e pela influência que temos”, diz ela.
Escolhida pelo presidente Lula, Lopes lista uma série de medidas do governo que deverão ser exploradas por sua equipe ao longo da campanha.
“Foi o presidente quem criou o Ministério das Mulheres, que traz mais força política, e lidera o pacto nacional contra o feminicídio. De fevereiro para cá, mais de 21 mil agressores foram presos, 30 mil tornozeleiras distribuídas”, afirmou a ministra.
Lopes esteve em São Paulo nesta segunda-feira (3) para o lançamento de uma campanha da UGT (União Geral dos Trabalhadores) de combate à violência de gênero.
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noticia por : UOL






