Em discurso recente no Senado, Damares afirmou que as mulheres de direita, principalmente Michelle, estavam sendo atacadas. Segundo a parlamentar, até a filha de Michelle foi alvo. “Duvidam, inclusive, que a filha seja do ex-presidente da República. Olha aonde chega a maldade, porque mulheres estão com coragem para vir para o processo político.”
As ofensas teriam ocorrido após Michelle revelar atritos com seu enteado Flávio Bolsonaro (PL-RJ), senador e pré-candidato à Presidência. Em um vídeo de 27 minutos publicado nas redes sociais em 24 de junho, a ex-primeira-dama afirmou que Flávio a “humilhou” e “maltratou”. Flávio pediu desculpas, mas a tensão teve outros episódios públicos desde então. Ontem, o senador divulgou uma carta manuscrita de Bolsonaro pedindo apoio a ele nas eleições —a divulgação dela levou o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), a proibir por 90 dias as visitas do filho ao pai.
Damares revelou que também sofreu ataques e foi chamada de “leviana” e “vagabunda”. “Tenho sido vítima dos mais terríveis e vis ataques. Me deram até um amante, aos 62 anos de idade. É claro que estou procurando marido, mas atacar a honra de uma mulher dizendo que sou amante de um pastor, dizendo coisas das mais absurdas que vocês possam imaginar…”
Apesar de defendê-las, a primeira-dama chamou a atenção de Michelle e Damares. “Acho que é importante que elas tenham entendido que nada do que a gente fala é mimimi.”
Denúncia de Anielle contra Silvio Almeida
Janja falou sobre ter defendido a ex-ministra Anielle Franco após sua denúncia de assédio contra o ex-ministro Silvio Almeida. Anielle comandava a pasta da Igualdade Racial no governo Lula, e Almeida, a dos Direitos Humanos e Cidadania. Segundo Janja, não foi preciso tomar uma decisão para apoiar uma mulher que foi vítima de assédio.
noticia por : UOL





