“Antes deste torneio, Vini era uma figura periférica na Seleção Brasileira, com apenas nove gols em 49 partidas pela equipe nacional. Por quase uma década, a Seleção foi construída em torno de Neymar — um armador que gostava de receber a bola no pé, deixava as tarefas defensivas para os outros e articulava ataques lentos e elaborados, o que reduzia os espaços para a velocidade de Vini”, escreve o jornal.
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Fonte: G1




