A auxiliar de enfermagem Bruna Damaris, 26, foi resgatada depois de passar mais de 40 horas em alto-mar. Ela foi encontrada por pescadores a cerca de 16 quilômetros da costa. Em uma publicação nas redes sociais, ela afirmou que não viu Dheorge tirar o colete salva-vidas.
A mulher explicou que eles não ficaram na moto aquática porque água começou a entrar no veículo, sendo “impossível” permanecer nele. “A correnteza estava forte e levando a gente para o mar aberto”, detalhou. Bruna afirmou que pessoas estão especulando coisas que não existem e divulgando informações falsas. Ela informou que Dheoge era “um colega que ela conheceu na lancha”.
Ficamos juntos em todo o momento até a terça-feira de madrugada. Meu colega não tirou o colete e eu não vi ele afundando. Já passei o restante das informações para a polícia e imprensa e não tenho mais nada a declarar.
Bruna Damaris, em post no Instagram
Marinha abriu inquérito para investigar acidente
A Marinha abriu um inquérito para apurar o que causou o incidente com uma moto aquática. O Inquérito Administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação vai investigar as circunstâncias, as causas e os possíveis responsáveis pelo acidente. A corporação informou ainda que questões relacionadas à habilitação do condutor da moto aquática e à regularidade da documentação fazem parte da apuração em andamento.
Além da Marinha, o caso também é investigado pela Polícia Civil de São Paulo. Segundo o delegado de Ilhabela, Caio Nunes de Miranda, a principal hipótese no momento é de que a moto aquático tenha tido uma pane e afundado. O equipamento foi encontrado na segunda-feira (25) e encaminhado para perícia.
noticia por : UOL






