Antes da votação, o relator do texto, Max Mathiasin, fez um apelo por “um poderoso ato de memória, justiça e reconhecimento”, embora não pudesse “sozinho curar as feridas da história”, 25 anos após a Lei Taubira ter reconhecido o tráfico de escravos e a escravidão como crimes contra a humanidade.
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Fonte: G1






