Montagem Repórter-MT
Governador classificou o caso como absurdo que não pode ser aceito pela sociedade e pelos poderes.
Montagem Repórter-MT
Governador classificou o caso como absurdo que não pode ser aceito pela sociedade e pelos poderes.
LUÍZA VIEIRA
DO REPÓRTERMT
O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) classificou como “abominável” o episódio em que um aluno do curso de Direito, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) divulgou uma lista com potenciais alunas “mais estupráveis” do campus. O chefe do Executivo pediu ainda “punição rigorosa” aos envolvidos. O caso que repercutiu na semana passada, culminou na suspensão do discente e em investigação por parte do Ministério Público de Mato Grosso.
“Abominável. Eu acho abominável. Tem que investigar, punir essas pessoas rigorosamente. Nós não temos nenhum compromisso com o erro. Nós queremos combater e estamos combatendo com rigor, todo tipo de crime”, declarou o governador em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (11).
O republicano já havia se posicionado sobre o episódio nas redes sociais, quando na quinta-feira (7) fez post nos stories cobrando por punições severas ao estudante.
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“Essa lista dos estudantes da UFMT de ‘alunas estupráveis’ é um completo absurdo. Não podemos aceitar esse tipo de atitude dentro da nossa universidade”, pontuou na ocasião.
A Faculdade de Direito da universidade informou, por meio de nota publicada na quarta-feira (6), que o estudante foi suspenso.
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A denúncia chegou à Coordenação de Pós-Graduação por meio de registros de conversas privadas via WhatsApp. Assim que tomou conhecimento da gravidade do conteúdo, a faculdade instaurou procedimento administrativo para apurar a veracidade dos fatos e a responsabilidade disciplinar do envolvido. O processo será conduzido sob sigilo, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).
O MPMT formalizou a abertura de uma investigação para apurar a autoria e o teor de mensagens misóginas do caso que foi protocolado por meio da Ouvidoria do órgão e tramitará sob sigilo para preservar a identidade das vítimas.
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FONTE : ReporterMT







