Corporação diz que equipamentos utilizados pelos agentes estão à disposição da investigação da Polícia Civil. Mais cedo, a PMERJ lamentou a morte da médica e declarou que todos os policiais que faziam parte da equipe de agentes que efetuou a abordagem estavam utilizando câmeras corporais.
O Ministério da Igualdade Racial cobrou explicações do governo do Rio sobre a ação policial em que uma médica foi morta. A pasta cobrou o envio de imagens dos agentes a autoridades.
Governo federal cobra esclarecimentos em relação ao uso de câmeras corporais dos agentes na ocorrência. O documento solicita o envio das imagens dos policiais militares e de vídeos de segurança das imediações para as autoridades responsáveis pela investigação.
A pasta questiona ainda se foi instaurada uma investigação pela Corregedoria da Polícia Militar. Também, no mesmo comunicado, indaga se o Ministério Público foi informado sobre o caso.
Agentes envolvidos na ação foram retirados das atividades externas. De acordo com a PMERJ, a medida foi realizada após determinação do comandante do 9º BPM (Batalhão de Rocha Miranda). Andréa Marins Dias foi baleada em uma troca de tiros durante uma perseguição da polícia contra criminosos.
Corregedoria Geral da Corporação também instaurou um procedimento para apurar os fatos. “A Secretaria de Estado de Polícia Militar colabora integralmente com as investigações conduzidas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC)”, concluíram.
noticia por : UOL






