De janeiro a dezembro, a ONG levantou 2.063 execuções, entre 1.807 homens e 61 mulheres — 106% a mais do que em 2024 e o maior número registrado em 11 anos. Desde 2020, a tendência é de crescimento, embora haja falta de transparência nos registros, por parte do regime dos aiatolás. Casos de homicídios e drogas dominam as acusações.
source
Fonte: G1





