São quatro horas da manhã. Sirenes tocam e tiros ecoam por toda parte. Adolescentes de 13 ou 14 anos, em uniformes militares e armados com fuzis, saem correndo de tendas. Alguns revidam o fogo, enquanto outros, agachados, correm para socorrer os feridos, que também são crianças em idade escolar. Eles os enfaixam, colocam-nos em macas e tentam carregá-los para um local seguro sob fogo cruzado.
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Fonte: G1






