Estúdios americanos têm levado a produção audiovisual para fora de Los Angeles, onde está um dos principais polos cinematográficos do mundo: Hollywood. O êxodo já acontecia por motivos como a busca por cenários mais apropriados. Mas os produtores também têm encontrado mão de obra mais barata e incentivos fiscais em outras partes.
Em uma tentativa de reação, na semana passada o governador da Califórnia, Gavin Newson, anunciou uma elevação de incentivos fiscais para a produção de filmes e séries. Newson vinha sendo cobrado, uma vez que a indústria já enfrentava dificuldades agravadas pela pandemia e por fatores como a greve conjunta de atores e roteiristas, em 2023.
Donald Trump também entrou em cena, ameaçando impor tarifas de até 100% sobre filmes rodados no exterior —o que atingiria produções internacionais ou americanas. A ideia foi alvo de críticas de profissionais do setor.
O Café da Manhã desta sexta-feira (4) conta as causas e as consequências do êxodo em Hollywood. O repórter da Folha Leonardo Sanchez explica por que esse movimento tem se acentuado agora, trata das tentativas de freá-lo e discute o que isso significa para o cinema dos Estados Unidos e do mundo.
O programa de áudio é publicado no Spotify, serviço de streaming parceiro da Folha na iniciativa e que é especializado em música, podcast e vídeo. É possível ouvir o episódio clicando acima. Para acessar no aplicativo, basta se cadastrar gratuitamente.
O Café da Manhã é publicado de segunda a sexta-feira, sempre no começo do dia. O episódio é apresentado pelos jornalistas Magê Flores e Gustavo Simon, com produção de Laura Lewer e Lucas Monteiro. A edição de som é de Raphael Concli.
noticia por : UOL






