No Brasil, a segunda melhor universidade continua sendo a Unicamp, a Universidade de Campinas (233° posição do ranking), seguida da Universidade Federal do Rio de Janeiro (317°) – as duas apresentaram quedas, a Unesp (450°) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (571°).
De acordo com o QS, o Brasil registra uma taxa de queda líquida de 25% nesta edição do ranking, acompanhando uma tendência vista em todo o continente, visto que 50% das universidades da América Latina caíram na tabela – em 2024, três delas estavam no top 100 do ranking.
Mesmo assim, o Brasil ainda é o país do continente com mais universidades entre as 500 melhores do mundo, o que o credencia como o sistema de ensino superior mais forte da América Latina, diz o QS.
“As universidades brasileiras, assim como a região latino-americana de forma mais ampla, enfrentam desafios nesta edição, principalmente em áreas como pesquisa e atração de talentos globais”, disse Ben Sowter, vice-presidente sênior do QS. “No entanto, é perfeitamente possível reverter a situação através de financiamento direcionado, incentivos à mobilidade internacional e parcerias de investigação”, acrescentou
O QS destaca que a USP possui altos índices de produção acadêmica, elevada capacidade de empregabilidade, e um alto nível de sustentabilidade.
Contudo, a universidade paulista, como o ensino superior brasileiro como um todo, enfrenta o desafio de ter poucos professores citados em estudos e uma quantidade baixa de docentes e estudantes internacionais em seus campus.
noticia por : UOL




